Flexibilizações em SP: eventos só na Fase 5
- bruna0327
- 29 de mai. de 2020
- 2 min de leitura
Atualizado: 29 de jun. de 2020
Na última quinta-feira, dia 28, Bruno Covas divulgou o plano de reabertura gradativa na cidade. De acordo com o prefeito de São Paulo, a abertura de alguns setores só será permitida após envio de protocolo e aprovação da vigilância sanitária da gestão municipal.
Em coletiva, Covas afirma que os setores deverão discutir com a prefeitura de que forma a reabertura deverá ser feita.
"Esses setores precisam apresentar para a Prefeitura de São Paulo protocolos de saúde, de higiene, de testagem, regras de autorregulação, regras para fiscalização, políticas de comunicação dessas regras e proteção aos consumidores e funcionários", disse o prefeito.
O "Plano São Paulo", divulgado na quarta-feira (27) pelo governador João Dória, terá início dia 1º de junho e conta com 5 fases. A "retomada consciente", de acordo com ele, será progressiva e levará em conta a forma como cada região do estado lida com a pandemia. Os protocolos para Educação e Transporte serão definidos separadamente.
FASES

Município de São Paulo foi enquadrado como Controlado e deve iniciar reabertura gradativa. - Foto: Divulgação
Pelo plano apresentado pelo governo de São Paulo, as regiões serão classificadas da seguinte forma:
alerta máximo (vermelho)
controle (laranja)
flexibilização (amarelo)
abertura parcial (verde)
normal controlado (azul)
E OS EVENTOS?

Foto: Divulgação
A princípio, a volta dos eventos deverá acontecer somente na Fase 5, incluindo os esportivos. A fase 5 (azul), chamada de "normal controlado", permite a retomada das atividades sem restrições, desde que seguidos os protocolos de segurança sanitária.
O setor é um dos que mais sofreu impactos econômicos. De acordo com um levantamento do SEBRAE, a pandemia afetou negativamente 98% das empresas do segmento em abril. Apesar disso, 64% das empresas entrevistadas afirmam que não preveem demissões pelos próximos três meses. Comparando-se o faturamento do mês de abril de 2019, a estimativa é de uma redução drástica e preocupante: de 76% a 100%.



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